Claro que posso contar como tudo aconteceu. Se tirarmos a parte dos euros, era uma noite de engate e sexo normal. Logo, não havia motivos para estar nervosa, certo? (ou pelo menos eu repetia-me a mim mesma isso).
O cliente #1 foi meigo. Comportou-se como se de uma noite de engate normal se tratasse. Falou e deixou-me falar. Foi meigo e recebeu carícias.~
Mas quando comecei a ficar molhada, murmurei-lhe ao ouvidinho “ fode-me”. Ele transformou-se.
O broche foi lento e perigosamente excitante. Adoro mamar num bom caralho. Passei-lhe a língua pela cabecinha e daí até o ter todo enfiado na boca foi um passo. Broche sentido faz-se com ele todo na garganta. Os homens adoram isso. Gemem de prazer.
Empenho-me mais num broche quando um homem recebe mas também dá. E aqueles dedos a dedilhar a minha cona encharcada, deixavam-me maluca. Continua assim e vimo-nos os dois, pensei eu.
Não contente com isso, tira os dedos molhados da cona e enfia, primeiro um e depois dois, no cu.
Fode-me o cu com os dedos. E eu sempre com o caralho dele na minha boca. Estou quase a vir-me até que ele me manda acariciar-me no clítoris. Foda-se. Que tesão. Um caralho na boca, dois dedos no cu e eu, de quatro, a masturbar-me para ele, a mando dele. Vim-me. Toda. Que nem uma puta.
Recuperei com a ideia que nessa noite, este homem iria ter de mim o que quisesse. E teve. Veio-se nas minhas mamas (grandes), fodeu-me a cona e ainda lhe dei o cu. Poucos homens sabem comer um cu. Felizmente este sabia. Entre tanta foda, amanhece. Preparo-me para ir-me embora.
Ele pede-me para ficar. Precisa de descansar mas apetece-lhe mais. E teve mais. Muito mais.
Que grande foda. E ainda me pagou para isto….
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
O início
Gosto de sexo e de dinheiro. E depois? Nada de estranho. Sou uma mulher adulta, livre e sexualmente bem resolvida. O que pode aparentemente ser estranho é que uma mulher, que tem um bom emprego e os homens que quer na cama, tenha tomado como resolução de 2008, juntar duas coisas que tanto gosta numa só: Sexo&Dinheiro.
Sim, tenho os homens que quero na cama. Tive alguns. Casados, divorciados, solteiros; conhecidos e anónimos; fiz sexo, amor e até fodi que nem uma doida. Tudo isso por prazer. E tive muito. Também dei muito. Mas quero mais. Quero ir mais longe.
Sim, tenho um bom emprego. Não estou desesperada, nem necessitada. O que só me coloca em vantagem. Mas o dinheiro é bom, não é? Logo porque não continuar a fazer aquilo que eles me dizem que eu faço tão bem, em troca de umas “prendinhas” que me vão dar tanto jeito?
Sou uma mulher inteligente, madura e discreta. Sou boa na cama. Adoro sexo. Mas sou e serei selectiva. Se sou bonita? Sou, com certeza. Se sou a mais bonita? Obviamente que não o que nunca impediu de os homens que passaram na minha cama de me classificarem como a “melhor foda” que eles deram.
E tudo começou de uma forma tão simples. Estava com amigos e amigas numa discoteca badalada em Lisboa a comemorar a passagem de ano de 2007 para 2008. A uns metros de mim estava um cinquentão, grisalho, com muito bom aspecto. Apeteceu-me. Ele não tirava os olhos de mim e eu não tirava os olhos dele. Queria-o. Ele aproximou-se de mim e ofereceu-me dinheiro para ir para acama com ele. Fiquei confusa. Queria sexo mas nunca me passou pela cabeça o dinheiro. Rapidamente abandonei os falsos puritanismos. Se já o queria, a troco de umas notas ainda o passei a querer mais. Tive a melhor noite de sexo da minha vida. O cavalheiro, para além de inteligente e meigo, era também muito bom na cama. Cheguei hoje de manhã a casa feliz e saciada. Abri a carteira e as notas lá estavam a rir-se para mim.
E foi essa a minha primeira resolução de 2008.
Sexo&Dinheiro.
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